sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Despedidas de solteiro. Sim ou não?

Não. E um não convicto. Porque casar não é um assumir um compromisso, mas sim um comemorar o mesmo! Esse compromisso já existe e é digno de ser festejado. Há que esclarecer que parto do principio que estamos a falar do estereótipo que existe acerca deste tema: Strips de mulheres e de homens, de mistura imposta de qualquer tipo de contacto com o sexo oposto. Sim, isso pode acontecer numa qualquer noite. Mas a falha já é essa. O que eu critico e não aceito é exactamente o que se passa nas despedidas de solteiro e não “aquela noite” a qual chamam “despedida de uma coisa que já não és há muito tempo”.
Será que algum de vocês gostaria de ter a triste visão daquela pessoa que temos ao nosso lado, a ser alvo de miúdas contratadas e homens estupidamente musculados para a satisfazer naquela noite especial? Quem gostaria que se acuse.
Essa é uma visão do inferno. Que pode surgir antes ou depois do casamento. Não é uma coisa bonita. Não o é de todo. E se não o é todos os dias de um compromisso, para quê criar um dia em que essa situação vai ser o auge dessa mesma noite.
Para além de o dia da “despedida de uma coisa que já não és há muito tempo” ser, na minha opinião um conceito ridículo, considero perfeitamente aceitável uma viagem com amigos, fazer aquilo que mais gostamos, conhecer um sitio maravilhoso e divertir se à grande! Será que isso tem de implicar alguma coisa que vá magoar o outro? Parece me que não…
Mulheres a fazer figuras degradantes. Homens a fazer o papel humilhante de “necessitado inexperiente”. Acho que não. É totlamente desnecessário e dispensável.
E eu sei que este tema dava para criar um blog! Mas é muito mais interessante completar um tema com opiniões diferentes, perspectivas distintas e ideias que nos dão que pensar…

Titas***


É lembrar momentos. Avivar memórias. Trocar experiências. Contar histórias. Rir daquele jeito que tem um sabor especial porque estamos juntas. Gargalhadas que ficam completas porque cada uma dá um pouco de si. Sorrisos tão sinceros impossiveis de conter. Sentimentos de partilha que não seriam os mesmos se faltasse uma de nós. Diferenças que se completam. Ideias que se formam. Teorias únicam que crescem em conjunto. Somos nós.

A expressão corporal inconfundível.
O sotaque irresistível.
O estilo arrojado.
A mini saia ousada.

O aprofundar de questões intensas.
A sensualidade personalizada.
As histórias surreais.
A distracção inigualável.

Quatro vidas que se criam e conjugam.
Quatro pessoas que se separam, mas nunca se esquecem.

Black. Red. Pink. Blond.
We are One*

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O reverso de ser feliz.

Abro uma cerveja, Acendo um cigarro. A coisa não flui. Ponho uma música. Bem ao estilo Jack Johnson. Já qualquer coisa flui. Pego na caneta e no papel. Lembro me de inúmeros temas que gostava de desenvolver, de explorar, de aprofundar. Lá vem o Amor. Cliche habitual. Mas não tenho nada a acrescentar. Só se escreve sobre Amor quando se ama...não será bem o caso. E a saudade. Sim, disso poderia falar. E tinha tanto para dizer. Amigos perdidos, corações impacientes, conhecidos desencontrados. Se fosse por aí...perder me ia, mais cedo ou mais tarde.O mar. Uma linda paixão. O surf. uma bela surpresa. A família. Um transbordar de emoções. No final de uma pequena reflexão, concluo que não se escreve quando queremos escrever, mas sim quando a mão dá o impulso, a cabeça toma a iniciativa e o coração fala por nós. Não é o caso. O texto não sai. As palavras não fluem. É tarde. Posso dar essa desculpa? Aqui fica o meu texto de nada, que fala sobre o oco, uma mensagem vazia, que se escreve a ninguém. Venha mais uma. Click!
É só porque estou feliz. Sim. É só porque estou feliz. :)

PS. Carlinha, este é para ti. Estás no bom caminho, coração.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vambora...


Vocês não têm noção do que esta música representa para mim...
Oiçam e sintam...:)

http://www.youtube.com/watch?v=oKBIbfB6sb8

Sem mais palavras...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

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Uma metáfora do mundo real.
Um espectáculo do mundo virtual.
Uma alusão às sociedades actuais.



James Cameron de parabéns.